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Catherine Deneuve

Atriz francesa de Os Guarda-Chuvas do Amor, A Bela da Tarde, O Último Metrô e Indochina

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Catherine Deneuve é uma atriz francesa de {age} anos, nascida em 22 de outubro de 1943 em Paris. Ficou conhecida com Os Guarda-Chuvas do Amor e A Bela da Tarde, ganhou dois prêmios César e em 2026 aparece em Gentle Monster, Histoires parallèles e Forty Love.

Catherine Deneuve nasceu em Paris em 22 de outubro de 1943 [1] [2] e tem, portanto, {age} anos. Continua trabalhando: dois filmes com ela passaram pelo Festival de Cannes em maio de 2026 [13], e um terceiro estreia nos cinemas franceses em 25 de novembro [15]. Ela começou aos 13 anos, então a carreira já passa de seis décadas [2].

Família e o sobrenome Deneuve

Nasceu Catherine Dorléac, filha dos atores de cinema Maurice Dorléac e Renée Simonot [2]. Outra obra de referência grafa o nome da mãe como Renée Deneuve [3], e o perfil do Cinema Scholars diz que Deneuve era o sobrenome de solteira dela [2]. A irmã mais velha, Françoise Dorléac, nasceu em 1942, e em 1946 veio a caçula, Sylvie [2].

A estreia no cinema foi em 1957, aos 13 anos, em Les Collégiennes [2]. Em 1960 ela adotou o sobrenome da mãe para não ser confundida com a irmã [2].

A virada: Cherburgo, Repulsa ao Sexo e A Bela da Tarde

Tudo mudou em 1964 com Os Guarda-Chuvas do Amor, musical de Jacques Demy em que ela fazia Geneviève e que a colocou entre as figuras centrais da Nouvelle Vague [5]. Numa conversa em Lyon, em 2016, contou que conheceu Demy aos 20 anos e que trabalhar cedo com diretores jovens foi sorte [8]. Na mesma ocasião falou da estreia em inglês de Roman Polanski, Repulsion, lançado em 1965 [8].

Em 1967 veio Belle de Jour (A Bela da Tarde), de Luis Buñuel, que levou o Leão de Ouro em Veneza naquele ano [5]. Pouco antes, em 1966, ela havia rodado As Senhoritas de Rochefort, outra vez com Demy, no qual ela e Françoise faziam irmãs gêmeas. Foi o último filme das duas juntas [2].

Françoise morreu em 26 de junho de 1967, aos 25 anos, quando o carro alugado que dirigia bateu numa placa perto de Nice, capotou e pegou fogo [2]. Catherine se afastou da vida pública, e cerca de 30 anos se passaram até que falasse do assunto. Mais tarde escreveu com Patrick Modiano um livro sobre a irmã, Elle s'appelait Françoise [2].

Filmes marcantes

Depois vieram parcerias com nomes centrais do cinema europeu. Com François Truffaut e Jean-Paul Belmondo, fez A Sereia do Mississippi (1969) [8]. Fez também Pele de Asno (1970) [1]. Com Truffaut, repetiu em O Último Metrô (1980), que lhe rendeu um César [5] [4]. E com Indochina (1992) veio uma indicação ao Oscar e um segundo César [5] [4].

AnoFilmePapel ou observação
1957Les CollégiennesEstreia, aos 13 anos [2]
1964Os Guarda-Chuvas do AmorGeneviève, direção de Jacques Demy [5]
1965RepulsionDireção de Roman Polanski [8]
1966As Senhoritas de RochefortUma das gêmeas, ao lado de Françoise Dorléac [2]
1967A Bela da TardeDireção de Luis Buñuel, Leão de Ouro em Veneza [5]
1969A Sereia do MississippiDireção de François Truffaut, com Jean-Paul Belmondo [8]
1980O Último MetrôDireção de François Truffaut [5]
1992IndochinaAtuação indicada ao Oscar [5]
1998Place VendômeDireção de Nicole Garcia [4]
20028 MulheresDireção de François Ozon [4]
2026Gentle MonsterEryn, direção de Marie Kreutzer [13]
2026Histoires parallèlesUma editora, direção de Asghar Farhadi [14]

A passagem por Hollywood foi curta. Ela disse ter feito apenas dois filmes americanos, que "não foram grandes sucessos", e que depois ninguém lhe ofereceu projetos interessantes, por isso voltou à França [8]. Lembrou que Robert Aldrich, conhecido por ser difícil, a tratou bem em Hustle [8]. Contou também que escreveu a Lars von Trier dizendo que queria trabalhar com ele, o que resultou em Dançando no Escuro, com Björk [8].

Sobre Truffaut, disse que ele produzia tudo sozinho, filmava em ordem cronológica e às vezes escrevia os diálogos na véspera [8]. Segundo ela, Belmondo não gostava de fazer um papel passivo. Truffaut achava a vida mais interessante que o cinema, e ela pensava o contrário, mas admirava a paixão dele [8].

Prêmios e homenagens

Ela tem dois prêmios César de melhor atriz, por O Último Metrô (cerimônia de 1981) e Indochina (1993) [4] [6]. A agência AP contou 14 indicações ao César e uma ao Oscar, por Indochina [5].

Nos festivais, a lista é longa. Cannes lhe deu uma Palma de Ouro honorária em 2005 [4]. Em Veneza, ela ganhou a Copa Volpi por Place Vendôme em 1998 e o Leão de Ouro honorário em 2022 [4] [5]. Em Berlim, o elenco de 8 Mulheres, com ela, recebeu o Urso de Prata por contribuição artística em 2002 [4]. O Prêmio Lumière, entregue em Lyon em outubro de 2016, fez dela a primeira mulher a recebê-lo [8]. Ela disse estar emocionada e dedicou o prêmio aos agricultores franceses [7]. A Academia Europeia de Cinema anunciou em 2013 um prêmio pelo conjunto da obra, por mais de 100 filmes [10].

Casamento, relacionamentos e filhos

Deneuve fala à vontade do trabalho e pouco da vida privada, então o que está documentado é curto. A Encyclopedia.com registra [1]:

  • David Bailey: o fotógrafo britânico, casado com ela em 1965 e divorciado em 1972 (a mesma fonte avisa que algumas referências indicam 1970) [1].
  • Roger Vadim: o diretor, com quem teve um filho, Christian Vadim, nascido em 1963 [1]. Uma reportagem de 2026 lembra o que ela disse sobre a educação do filho: foi tão exigente com ele que às vezes o desanimou [12].
  • Marcello Mastroianni: o ator italiano, com quem teve uma filha, Chiara Mastroianni, nascida em maio de 1972 [1]. Chiara apresentou a cerimônia de abertura de Cannes em 2023, com a mãe no tapete vermelho [9].
  • Pierre Lescure: o executivo de mídia francês. Ele mesmo disse que o relacionamento durou nove anos, de 1983 a 1991, e que os dois continuam se falando todos os dias [11].

Nenhuma fonte que conseguimos verificar cita um parceiro atual, e por isso não citamos ninguém.

O que ela faz hoje

Em Cannes 2026, Deneuve esteve em dois filmes. Em Gentle Monster, de Marie Kreutzer, na competição da 79ª edição, ela é Eryn, personagem cujos detalhes não foram divulgados antes da exibição [13]. Em Histoires parallèles, de Asghar Farhadi, aparece numa única sequência como editora, diante de Isabelle Huppert [14]. O terceiro lançamento de 2026 é Forty Love, primeiro longa de Pierre-Ange Carlotti, um romance de tênis em que ela tem papel secundário. O filme chega aos cinemas franceses em 25 de novembro de 2026 [15].

Em 2023, ela abriu no palco, ao lado de Michael Douglas, a 76ª edição de Cannes, e uma imagem dela em La Chamade, de 1968, ilustrou o cartaz oficial [9].

Perguntas frequentes

Quantos anos tem Catherine Deneuve?

Ela nasceu em 22 de outubro de 1943 em Paris e tem, portanto, {age} anos. [s:encyclopedia-deneuve] [s:cinemascholars-dorleac]

Quem é o marido de Catherine Deneuve?

Nenhuma fonte verificada cita um parceiro atual. O único marido documentado é o fotógrafo David Bailey (casamento em 1965, divórcio em 1972 segundo a Encyclopedia.com). [s:encyclopedia-deneuve]

Quantos filhos Catherine Deneuve tem?

Dois: Christian Vadim, nascido em 1963, filho do diretor Roger Vadim, e Chiara Mastroianni, nascida em maio de 1972, filha de Marcello Mastroianni. [s:encyclopedia-deneuve]

Catherine Deneuve foi casada com Marcello Mastroianni?

As fontes consultadas o descrevem como pai da filha Chiara, nascida em maio de 1972, e citam David Bailey, não Mastroianni, como marido. [s:encyclopedia-deneuve]

Quanto tempo durou o relacionamento com Pierre Lescure?

Segundo o próprio Lescure, nove anos, de 1983 a 1991. Ele diz que os dois seguem se falando todos os dias. [s:purepeople-lescure]

Quem era a irmã de Catherine Deneuve?

A atriz Françoise Dorléac, nascida em 1942, que morreu em 26 de junho de 1967, aos 25 anos, num acidente de carro perto de Nice. [s:cinemascholars-dorleac]

Em que ano foi A Bela da Tarde (Belle de Jour)?

O filme de Luis Buñuel é de 1967 e ganhou o Leão de Ouro em Veneza naquele ano. Catherine Deneuve está no elenco. [s:ap-venice-2022]

Em quais filmes do Festival de Cannes 2026 Catherine Deneuve aparece?

Em Gentle Monster, de Marie Kreutzer, no papel de Eryn, e em Histoires parallèles, de Asghar Farhadi, como editora. [s:numero-gentle-monster-2026] [s:ioncinema-parallel-tales-2026]

Fontes

As informações desta página são conferidas com as fontes listadas abaixo. Política editorial

  1. Deneuve, Catherine 1943-, Encyclopedia.com (8 de novembro de 2026)
  2. Scholars' Spotlight: Francoise Dorléac and Catherine Deneuve, Cinema Scholars (8 de novembro de 2026)
  3. Dorléac, Françoise (1942-1967), Encyclopedia.com (8 de novembro de 2026)
  4. Mostra de Venise 2022 : un Lion d'or d'honneur pour Catherine Deneuve, La Libre (8 de novembro de 2026)
  5. Catherine Deneuve to receive Venice Film Festival honor, Associated Press via Click On Detroit (8 de novembro de 2026)
  6. Festival de Veneza dará prêmio pelo conjunto da obra à Catherine Deneuve, O Povo (8 de novembro de 2026)
  7. French cinema icon Catherine Deneuve awarded Lumière prize, Euronews (8 de novembro de 2026)
  8. Lumière Festival: Catherine Deneuve on Truffaut, Trump, and why she never had a Hollywood career, Yahoo Entertainment (8 de novembro de 2026)
  9. Catherine Deneuve pays tribute to Ukraine as Cannes opens with Maiwenn's Jeanne du Barry, Screen Daily (8 de novembro de 2026)
  10. Deneuve, Almodovar to pick up European Film Awards, Fox News (AP) (8 de novembro de 2026)
  11. Catherine Deneuve secrète sur ses amours : rares confidences de son ex Pierre Lescure, Purepeople (8 de novembro de 2026)
  12. Catherine Deneuve assume l'éducation qu'elle a donnée à son fils Christian, Purepeople (8 de novembro de 2026)
  13. Gentle Monster, Léa Seydoux, Catherine Deneuve, Numéro (8 de novembro de 2026)
  14. Parallel Tales (Histoires parallèles) 2026 Cannes Film Festival Review, ionCinema (8 de novembro de 2026)
  15. Forty Love: Catherine Deneuve and Romeo Beckham star in a romantic drama set in the world of tennis, Sortiraparis (8 de novembro de 2026)

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